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Tesla & NewtonOs Seis do Bloco Sumário Livros Sumário

Crônicas da Resenha

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Duas histórias da turma. Cada uma com o seu fim.

Crônicas da Resenha

Tesla& Newton

Os Seisdo Bloco

A dupla que ninguém pediu
(mas o universo aceitou)

Uma festa do pijama
(e um dragão no fim do mundo)

Daniel Tesla, com raios azuis saindo da mão, e Bertini Newton, de óculos e peruca cacheada, segurando uma maçã que flutua. Os amigos, vestidos de gênios da história, são puxados de uma biblioteca por um portal roxo para dentro do mundo do Minecraft.

Tomo I

Tomo II

Crônicas da Resenha
Tomo ITomo II

Tesla & Newton

A Dupla Que Ninguém Pediu (Mas o Universo Aceitou)

Dois gênios, um amigo perdido no tempo e um meteoro que não vai cair hoje.

Os Seis do Bloco

Uma Festa do Pijama (e um Dragão no Fim do Mundo)

Seis amigos, um portal roxo e um dragão que só cai se alguém pagar o preço.

Uma história de Daniel Tesla, Bertini Newton e Raphael Einstein

Com Bertini Newton, Dom Pedro Juninho, Enzo Bonaparte, Adrian da Vinci, Hugo Darwin e Raphael Einstein

Editora da Resenha, MMXXVI

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Sumário

  1. Tomo I · Tesla & Newton
  2. Personagens3
  3. IA Dupla5
  4. IIA Noite dos Cálculos7
  5. IIIO Portal de Teste9
  6. IVO Buraco no Tempo11
  7. VOs Três nos Dinossauros13
  8. VIO Meteoro Que Não Caiu15
  9. VIIA Volta (e a Plateia)17
  10. Tomo II · Os Seis do Bloco
  11. Os Seis3
  12. ITeletransportados5
  13. IIOs Recursos7
  14. IIIA Primeira Noite9
  15. IVO Banquete11
  16. VO Nether13
  17. VIMissão Cumprida15
  18. VIIOs Olhos do Ender17
  19. VIIIA Batalha no End19
  20. IXO Sacrifício21
  21. XSilêncio23
  22. XIDe Manhã25
  23. Próximos volumes1927
  24. Registro dos leitores2129
2

Personagens

Por ordem de entrada em cena.

3

Capítulo I

A Dupla

Existem gênios que trabalham sozinhos. Daniel Tesla e Bertini Newton não são esses.

Daniel cuida da eletricidade. Bertini cuida da gravidade. Nenhum dos dois cuida do próprio horário, mas isso é detalhe.

Ficha dos gênios
AssuntoDaniel TeslaBertini Newton
Cuida daEletricidadeGravidade
InstrumentoBobina de TeslaUma maçã
Próprio horárioNão cuidaTambém não
5

Capítulo II

A Noite dos Cálculos

Bertini passou a noite inteira no laboratório, cercado de telas, fórmulas e uma maçã que ele jurava que era só lanche.

— Descobri uma coisa — anunciou de manhã, com cara de quem não dormiu.

— Que coisa? — perguntou Daniel.

— Os dinossauros não sumiram por azar. Foi um meteoro. E meteoro tem trajetória.

— E daí?

— E daí que trajetória dá pra calcular. E o que dá pra calcular, dá pra desviar.

Daniel pensou por dois segundos, o que pra ele é muito tempo.

— Então a gente só precisa chegar lá antes do meteoro.

Bertini foi até o quadro e escreveu:

Plano:

  1. Energia
  2. Gravidade
  3. Pizza
  4. Salvar os dinossauros ☺︎

Ninguém questionou a ordem. Nem o item 3.

Bertini Newton, de peruca cacheada, óculos e gola de renda, escreve num caderno à noite. Nas telas atrás aparecem a curvatura do espaço-tempo, órbitas planetárias e a fórmula da gravidade; na mesa, livros de Isaac Newton, uma calculadora, um planetário de metal e uma maçã.
Prancha II. Três da manhã, calculando a queda do meteoro.
7

Capítulo III

O Portal de Teste

Pra chegar a 66 milhões de anos atrás, a dupla precisava de um portal. Daniel garantiu a energia. Bertini garantiu que “o tempo é só uma sugestão”.

O primeiro teste abriu um buraco azul do tamanho de uma porta de geladeira, bem no meio do laboratório. Do outro lado dava pra ouvir um rugido lá longe e sentir cheiro de samambaia.

Raphael Einstein, que só tinha passado pra devolver um livro, olhou pro portal com curiosidade.

— Vou só dar uma olhada — disse ele.

— Raphael, não... — começou Bertini.

Tarde demais. Raphael entrou, o portal piscou duas vezes e fechou com um barulho de torradeira.

Silêncio.

— Ele volta — disse Daniel.

— Quando? — perguntou Bertini.

— Quando ele quiser.

Ele não voltou. E o portal não abriu de novo. Pelo menos, não de propósito.

9

Capítulo IV

O Buraco no Tempo

Numa terça-feira, o raio do Daniel encontrou a gravidade do Bertini e abriu um portal no meio do laboratório.

Do outro lado, ouviu-se um grito conhecido:

— ALGUÉM AÍ?! EU TÔ AQUI HÁ TRÊS DIAS!

Era Raphael Einstein. Ele tinha entrado no portal “só pra dar uma olhada” quando ainda era um experimento pequeno, e ficou preso no mundo dos dinossauros. Sobreviveu escondido atrás de uma samambaia gigante, conversando com um triceratops que ele jurava que entendia relatividade.

— Vocês demoraram — disse ele.

— A gente veio o mais rápido que deu — respondeu Daniel.

— Vocês vieram porque abriram o portal por acidente.

— ...É, isso também.

Daniel e Bertini, de terno, ajudam Raphael Einstein, sujo de lama e deitado no chão da floresta, enquanto um tiranossauro ruge ao fundo perto de uma cachoeira.
Prancha IV. Raphael, depois de três dias atrás da samambaia.
11

Capítulo V

Os Três nos Dinossauros

Os três se reencontraram no meio de um vale cheio de dinossauros. Daniel montou num raptor, Bertini montou num T-Rex e Raphael, que já estava de casa, foi de triceratops.

Cavalgaram rumo ao castelo sob bandeiras com coroas douradas, e Bertini, de mão erguida e cabelo ao vento, gritava:

— ESPERA QUE EU TÔ CALCULANDO A TRAJETÓRIA!

O T-Rex não esperou.

Daniel, Raphael e Bertini cavalgam dinossauros com rédeas por um vale verde com cachoeiras, montanhas e pterossauros no céu.
Prancha V. A cavalgada rumo ao castelo.

Foi aí que o céu escureceu. Raphael olhou pra cima e ficou pálido:

— Gente... eu sei que dia é hoje aqui.

— Que dia? — perguntou Bertini.

— O dia do meteoro.

13

Capítulo VI

O Meteoro Que Não Caiu

Um meteoro gigante, em chamas, rasgava o céu direto pro vale. Os dinossauros pararam pra olhar. Até o T-Rex do Bertini pareceu perguntar: “Vocês têm um plano, né?”

Tinham. Estava no quadro, item 2.

Os três desceram das montarias e ergueram as mãos:

  • Daniel soltou uma tempestade de raios azuis, que travou a rota do meteoro na eletricidade.

  • Bertini traçou órbitas douradas pelo céu e puxou a gravidade pra fora do caminho.

  • Raphael juntou os átomos da rocha e os separou um por um, com a cara de quem sempre soube fazer isso mas nunca tinha achado motivo.

Daniel, Raphael e Bertini erguem as mãos numa selva cercada de dinossauros; raios azuis e dourados formam um escudo no céu contra um meteoro em chamas, com um castelo ao fundo.
Prancha VI. O meteoro, parado no ar.

O meteoro parou no ar, girou, rachou e virou uma chuva de faíscas douradas e azuis. Os dinossauros aplaudiram, cada um do seu jeito, e o T-Rex do Bertini ainda pediu bis.

Nesse dia, três amigos mudaram a história do planeta. Não era o plano, mas ficou registrado.

15

Capítulo VII

A Volta (e a Plateia)

O portal se fechou e os três caíram de volta na biblioteca, chamuscados e orgulhosos. Lá estavam Adrian da Vinci e Hugo Darwin, sentados, fingindo que estavam ali o tempo todo.

— Vocês sumiram? — perguntou Adrian.

— Salvamos o mundo — disse Daniel.

— De novo — completou Bertini.

— Eu fiquei três dias lá — disse Raphael. — Perdi a chave de casa e ainda voltei sem ela.

Adrian olhou pros desenhos do portal e comentou:

— Bonito. Eu tenho um projeto igual, só faltou terminar.

— Você nunca termina nada — respondeu Daniel.

— Exatamente. Por isso o meu nunca dá defeito.

Hugo Darwin ouviu a história inteira em silêncio, fechou o livro devagar e disse:

— Vocês acabaram de impedir a extinção dos dinossauros.

— Impedimos — respondeu Bertini, orgulhoso.

— Vocês sabem que isso bagunça a evolução inteira, né?

Silêncio.

— ...Ninguém precisa saber — disse Daniel.

Hugo anotou no livro, com a letra mais tremida da vida dele:

Espécie mais improvável do planeta: esses três. Sobrevivem por pura resenha. E agora os dinossauros também.

Anotado por Hugo Darwin

Então a pizza chegou. Item 3 do plano, sempre o mais respeitado. Os cinco sentaram juntos, como sempre, e a foto final saiu torta.

Os cinco na biblioteca: Raphael Einstein com um átomo brilhando na mão, Hugo Darwin com A Origem das Espécies, Daniel Tesla com raios azuis, Adrian da Vinci desenhando o Homem Vitruviano e Bertini Newton com a maçã em órbita.
A foto final. Torta, como prometido.

Fim

(até a próxima resenha)

Ler o Tomo II
17

Os Seis

Cada um com o seu serviço antes de anoitecer.

E o Galileu, lobo domado no Capítulo IV e batizado por votação.

3

Tomo II · Capítulo I

Teletransportados

Era pra ser só mais uma festa do pijama. Mas em algum momento da madrugada uma luz roxa encheu a sala, os cubos começaram a flutuar e, antes que alguém conseguisse gritar, os seis foram puxados: Bertini Newton, Dom Pedro Juninho, Enzo Bonaparte, Adrian da Vinci, Hugo Darwin e Raphael Einstein.

Quando abriram os olhos, o sol era quadrado, as árvores eram de blocos e um porco olhava pra eles sem entender nada. Estavam dentro do Minecraft.

Os amigos, vestidos de Newton, Napoleão, da Vinci, Einstein e Dom Pedro, voam de uma biblioteca através de um portal roxo para um mundo de blocos com porco, galinha, creeper e Enderman.
Prancha I. A luz roxa no meio da madrugada.
5

Tomo II · Capítulo II

Os Recursos

Não dava tempo de entrar em pânico, porque a noite ia chegar.

Raphael Einstein pegou a picareta e achou diamante logo no primeiro buraco: “É tudo relativo, inclusive a sorte.”

Bertini Newton cortou madeira e reclamou que o tronco ficava flutuando no ar: “A única lei que esse mundo ignora é justamente a minha.”

Adrian da Vinci desenhou o mapa da região. Enzo Bonaparte subiu no telhado e terminou a casa. Hugo Darwin acendeu as tochas em volta da base. E Dom Pedro Juninho foi pescar, gritando o lema do grupo:

— Independência ou fome!

Ao pôr do sol, Raphael minera diamante, Bertini carrega madeira, Adrian lê o mapa, Enzo termina o telhado da casa, Hugo segura uma tocha e Dom Pedro pesca no rio, perto de um portal do Nether.
Prancha II. Cada um com o seu serviço antes de anoitecer.
7

Tomo II · Capítulo III

A Primeira Noite

O sol desceu e o mundo mudou. Zumbis vinham de todos os lados, esqueletos atiravam flechas, creepers chiavam no escuro e um Enderman alto observava de longe.

Os seis puxaram as espadas e lutaram de costas uns pros outros a noite inteira, sem recuar um bloco. Quando o sol voltou, estavam todos de pé.

À noite, sob uma lua quadrada, os amigos lutam com espadas de diamante brilhando contra zumbis, esqueletos e creepers, com um Enderman ao fundo.
Prancha III. De costas uns pros outros, sem recuar um bloco.

Foi ali que entenderam que sozinho ninguém sobrevivia naquele mundo, mas juntos eles davam conta.

9

Tomo II · Capítulo IV

O Banquete

Depois da noite veio a recompensa. Acenderam uma fogueira e montaram um banquete com baú cheio de comida: pão pro Enzo, carne pro Dom Pedro, maçã, cenoura e uma caneca pro Adrian.

Um lobo apareceu, foi domado e ganhou nome por votação: Galileu.

Ao pôr do sol, os amigos descansam em volta de uma fogueira com baús cheios de pão, carne, maçã e cenoura; um lobo dorme no chão e há um portal do Nether ao fundo.
Prancha IV. O banquete, com o Galileu já de barriga cheia.

Com a barriga cheia, Adrian abriu o mapa e falou o que todo mundo já sabia:

— Pra sair daqui, a gente tem que matar o dragão. E pra chegar nele, primeiro tem o Nether.

11

Tomo II · Capítulo V

O Nether

Vestiram armadura de diamante e atravessaram o portal de obsidiana. Do outro lado, tudo era lava e fogo. Ghasts cuspiam bolas de fogo, blazes giravam no ar e a fortaleza do Nether parecia não ter fim.

Bertini segurava o arco e calculava cada tiro. Ali, pelo menos, a gravidade funcionava, e ele não errou uma flecha.

Na fortaleza do Nether, os amigos de armadura de diamante lutam com espadas e escudos; Bertini mira com o arco enquanto blazes soltam bolas de fogo.
Prancha V. Bertini, o único que não errou uma flecha.

Eles lutaram até conseguir o que precisavam: as varas de blaze.

13

Tomo II · Capítulo VI

Missão Cumprida

Voltaram pelo portal queimados, sujos e cansados, com a armadura rachada. Mas voltaram com tudo: varas de blaze, pérolas de Ender e ouro.

Alguém fincou uma placa do lado do portal:

Galileu veio correndo receber.

Os amigos saem do portal do Nether ao pôr do sol, sujos e com a armadura de diamante rachada, carregando ouro e baús; o lobo Galileu corre ao lado e uma placa diz Nether conquistado.
Prancha VI. A volta, com a armadura rachada.
15

Tomo II · Capítulo VII

Os Olhos do Ender

De volta à base, foram direto pra mesa de trabalho. Moeram as varas de blaze, juntaram com as pérolas e, um por um, os Olhos do Ender foram ganhando vida.

Hugo escreveu numa placa:

Em volta da mesa de trabalho, os amigos seguram pérolas de Ender; na grade aparece um Olho do Ender e, no canto, o aviso de nova conquista.
Prancha VII. Um olho pra cada um.

Cada um segurou o seu e sentiu que a parte mais difícil ainda estava por vir.

17

Tomo II · Capítulo VIII

A Batalha no End

Jogaram os olhos pro alto e seguiram o rastro até a fortaleza escondida embaixo da terra. Lá estava o portal do End, e cada um encaixou seu olho na moldura. Quando o último entrou, o portal se acendeu e eles pularam.

Do outro lado estava o Dragão do Ender, gigante, voando entre torres de obsidiana.

No End, os amigos estão caídos no chão de pedra com a armadura despedaçada, olhando para o Dragão do Ender que voa entre torres de obsidiana com cristais roxos, cercados de Endermen.
Prancha VIII. E o dragão continuava no céu.

Os seis lutaram com tudo o que tinham. Quebraram cristais, desviaram de ataques e se levantaram toda vez que caíam. Mas as armaduras foram se despedaçando, e o dragão continuava no céu.

19

Tomo II · Capítulo IX

O Sacrifício

Foi aí que Bertini Newton viu uma espada caída no chão, brilhando roxo com encantamentos que nenhuma espada normal tinha:

Espada de diamante

  • Poder V
  • Aspecto Flamejante II
  • Repulsão II

Embaixo, em letras pequenas, estava escrito: (Pode matar todos). Ele entendeu na hora. A espada derrubava qualquer coisa, mas cobrava a vida de quem a usasse.

Bertini olhou pros cinco amigos caídos, sorriu e não pensou duas vezes. Levantou a espada e deu a vida por eles.

Bertini, de joelhos e sorrindo, ergue uma espada que brilha roxo contra a cabeça do Dragão do Ender; os encantamentos flutuam no ar e os outros cinco estão caídos no chão.
Prancha IX. Ele não pensou duas vezes.
21

Tomo II · Capítulo X

Silêncio

O dragão explodiu em luz roxa e caiu, e o portal de volta pra casa se acendeu. Mas Bertini não levantou. A espada ficou ali, ainda brilhando, ao lado dele.

Raphael sentou no chão. Adrian tirou o capacete. Dom Pedro cobriu o rosto. Enzo não conseguia falar. Só Hugo disse alguma coisa:

— A gente entrou em seis.

No End, depois da batalha, quatro amigos ajoelhados choram de cabeça baixa; no chão, entre pedaços de armadura, a espada encantada ainda brilha roxo, e o corpo do dragão está caído ao fundo.
Prancha X. A espada, ainda brilhando.

Ninguém quis atravessar o portal.

23

Tomo II · Capítulo XI

De Manhã

Sol na cara. Bertini abriu os olhos de uma vez, ofegante, e viu o teto da sala. Sentiu cheiro de pizza fria.

No tapete estavam a caixa vazia, as latinhas, o saco de salgadinho aberto e o controle jogado. Nos colchões, cinco amigos esparramados, roncando e vivos. Ele contou de novo, só pra ter certeza: cinco, mais ele. Seis.

Foto de verdade: de manhã, numa sala com TV e sofá, cinco amigos dormem em colchões no chão, cercados de caixa de pizza vazia, latinhas de refrigerante, salgadinho e um controle de videogame. Bertini, de óculos e pijama, está de pé olhando para eles.
Cinco, mais ele. Seis.

Dom Pedro resmungou sem abrir os olhos:

— Independência ou… mais cinco minutos.

Bertini riu sozinho. Foi só um sonho. Mas ele sabia que a parte de que daria tudo por eles era verdade.

Foi só um sonho. Mas os amigos por quem você enfrentaria um dragão são de verdade.

Fim

(do Tomo II, até a próxima resenha)

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25

Vem mais história por aí

Já são dois tomos das Crônicas da Resenha. A turma já está escrevendo o terceiro. O Adrian prometeu ajudar, então pode demorar um pouco.

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